Sob a ótica do investidor global, Coreia do Sul e Brasil se posicionam como alternativas concorrentes dentro do universo de mercados emergentes, com diferenças relevantes em termos de concentração setorial, motores de crescimento e perfil de retorno ao acionista.
A Coreia segue no compasso do KâPop, com tecnologia ditando o desempenho de poucos grandes nomes; o Brasil, no ritmo do Samba, combina diversificação, commodities e dividendos.
Em um cenário ainda marcado por incerteza geopolítica, mostramos por que o investidor internacional tem optado pelo ritmo mais previsível — e por que isso tem favorecido o Brasil.