O mundo ficou mais frágil: dólar perdendo força, ouro em máximas históricas e pressões geopolíticas reacenderam a busca global por ativos reais.
A lógica do antifrágil voltou ao centro do debate:em um ambiente de choques e incerteza, investidores buscam assimetrias positivas e proteção contra o debasement.
E o Brasil? Nosso mercado, naturalmente inclinado ao Valor e a setores ligados a commodities e geração de caixa, pode estar entre os maiores beneficiados desse novo regime.