Confira os destaques do mês de Setembro para Fundos de Investimentos Imobiliários
Construindo o patrimônio: Diante de um cenário que ainda combina juros elevados e volatilidade global, aproveitamos a correção de agosto para promover a mudança mais relevante da carteira nos últimos meses — com o objetivo de entregar mais rendimento com menos oscilação, sem abrir mão do potencial de valorização das cotas quando o ciclo de juros virar. O resultado é um portfólio que paga mais no presente, oscila menos no caminho e preserva ganho de capital futuro — num momento em que o dividend yield médio do IFIX rivaliza com o melhor juro real da renda fixa.
Tijolo por tijolo: Mostramos o que o IFIX não conta à primeira vista: apesar da queda de 1,46% no mês, o desempenho foi bastante desigual entre os segmentos — os fundos de papel atravessaram agosto praticamente ilesos, enquanto os tijolos recuaram 2,49%, com destaque para a resiliência das lajes corporativas, que sugere um piso de preços se formando. Diante da fraqueza generalizada entre os ativos reais, promovemos uma revisão estrutural da nossa análise: ampliamos o universo de cobertura para 66 fundos imobiliários (37 de tijolo e 29 de papel) e estruturamos novos filtros quantitativos e qualitativos que culminam na recomendação formal de cada ativo.
Estes e demais detalhes você encontra em nosso relatório completo!