A deterioração das principais premissas macroeconômicas, na esteira da escalada dos preços do petróleo em função do conflito no Oriente Médio, trouxe uma nova fase de volatilidade para os juros e o mercado de crédito em geral.
No Brasil, o avanço nas projeções para a inflação neste ano e nos próximos vem alimentando o debate sobre o espaço para o atual ciclo de corte de juros do Banco Central, em um momento em que voltam ao radar as medidas de estímulos fiscais.
A resposta do mercado corresponde ao aumento da percepção de risco, com avanço da estrutura de curva a termo e abertura dos juros reais.
Com ambiente macro mais incerto, aumenta a importância da seletividade no ambiente de crédito privado.