Após um período prolongado de política monetária bastante restritiva, com a Selic mantida em 15%, o Banco Central finalmente reconheceu que há espaço para discutir o início de um ciclo de cortes.
Os dados de atividade econômica no fechamento de 2025 indicam que a economia entrou em ritmo mais moderado. As pesquisas de varejo e serviços mostraram recuos em dezembro, principalmente nos setores mais sensíveis ao crédito.
O ambiente para renda fixa privada permanece favorável. Mesmo com a perspectiva de redução dos juros (projetamos Selic encerrando 2026 em 12,5%), o Brasil ainda oferece um dos maiores juros reais do mundo, o que mantém o carrego atrativo.
Como a economia ainda está em transição, a seleção dos ativos deve se manter criteriosa, com foco em empresas sólidas e setores menos cíclicos.